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Óleo Essencial de Manjericão - Phytoterapica - 10ml

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O Óleo Essencial de Manjericão possui fragrância suave e refrescante. Seu nome científico Ocimum basilicum deriva do grego, basilicon, isto é, "unguento real" ou remédio. Na Grécia, a planta é usada em cerimônias religiosas e em funerais, porém os hindus são considerados os precursores na cultura desta planta, já cultivada há 4.000 anos. Muito usada pela medicina ayurvédica, sendo considerada uma das plantas sagradas da Índia. No México, a erva é chamada de"talismã do amor", e na Itália, é considerada "símbolo do amor". Saiba mais ...
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O gênero Ocimum possui aproximadamente 60 espécies de plantas e pequenos arbustos.

Existem também muitos híbridos entre as espécies. O nome deriva do grego "osme", e significa "fragrante, cheiroso".

As espécies de Ocimum são popularmente conhecidas como manjericões ou alfavacas.

O manjericão possui diferentes quimiotipos e geotipos, variando em complexidade na sua composição química.

A quantidade de folhas pode variar de 160 a 300kg para obtenção de 1 litro de óleo essencial.

Na aromaterapia, o óleo essencial de Manjericão é conhecido como o óleo da estabilidade.

Aromaterapia
O uso dos óleos essenciais para fins medicinais é conhecido desde a remota antiguidade. Há registros pictóricos de seis mil anos atrás, entre os egípcios, de práticas religiosas associadas à cura de males através destes óleos. De acordo com Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, os óleos essenciais estão no domínio público por mais de 100 anos e atualmente cerca de 400 óleos são empregados na fabricação de cosméticos, produtos farmacêuticos, alimentos, bebidas, materiais de limpeza e na indústria dos perfumes. Destes, cerca de 100 óleos essenciais são regularmente empregados na aromaterapia contemporânea. A aromaterapia, conforme Jane Buckle (2014) em “Clinical Aromatherapy”, é uma terapia multifacetada que visa proporcionar bem-estar e/ou a cura de enfermidades por meio da utilização dos óleos essenciais.

A palavra “aromaterapia” foi criada por René-Maurice Gattefossé, um engenheiro químico formado pela Universidade de Lyon e um dos primeiros estudiosos das propriedades terapêuticas dos óleos essenciais. Ela apareceu pela primeira vez na edição de dezembro de 1935 na revista “L’Parfumarie Moderne”, a qual também nomeou uma coluna de artigos escritos por Gattefossé ao longo de 1936. Em seguida, o termo “aromaterapia” foi também bastante utilizado por Marguerite Maury (1961), uma enfermeira, e por Jean Valnet (1976), um médico, que contribuíram imensamente para o avanço (e popularidade) da aromaterapia clínica, demonstrando a sua eficácia no tratamento de várias moléstias. De lá para cá, a aromaterapia se encorpou e ganhou respaldo técnico-científico. Atualmente, ela é bastante popular na Europa, em especial na França e Inglaterra, e vem ganhando cada vez mais adeptos em todas as partes do mundo.

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