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Óleo Essencial De Limão Tahiti - Phytoterapica - 10ml

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É um dos óleos essencias mais versáteis em Aromaterapia. O Óleo Essencial de Limão Tahiti é muito procurado por sua leveza e refrescância. Para se obter 1 litro de óleo essencial, são necessárias cascas de 2.500 limões aproximadamente. É muito indicado para cuidados de pele, especialmente as oleosas, também por seu efeito relaxante. Seu aroma é leve, cítrico e muito agradável. Saiba mais ...
R$ 45,48

A árvore de limão-tahiti é um arbusto, atingindo de 4 a 6 metros de altura. As flores e os frutos surgem durante todo o ano, e crescem rapidamente.

Como a grande maioria dos cítricos, o limão-tahiti é uma variedade híbrida. Sua origem é desconhecida, presume-se que seja um híbrido entre o limão mexicano e a cidra, e nativo da região do Mediterrâneo.

Existem cerca de 70 variedades de limão em todo o planeta, e suas propriedades diferem-se muito pouco. São necessárias aproximadamente 150kg da casca do limão, para extração de 1 litro de óleo essencial.

Na aromaterapia, o óleo essencial de Limão-Tahiti é conhecido como o óleo essencial da criatividade.

Aromaterapia
O uso dos óleos essenciais para fins medicinais é conhecido desde a remota antiguidade. Há registros pictóricos de seis mil anos atrás, entre os egípcios, de práticas religiosas associadas à cura de males através destes óleos. De acordo com Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, os óleos essenciais estão no domínio público por mais de 100 anos e atualmente cerca de 400 óleos são empregados na fabricação de cosméticos, produtos farmacêuticos, alimentos, bebidas, materiais de limpeza e na indústria dos perfumes. Destes, cerca de 100 óleos essenciais são regularmente empregados na aromaterapia contemporânea. A aromaterapia, conforme Jane Buckle (2014) em “Clinical Aromatherapy”, é uma terapia multifacetada que visa proporcionar bem-estar e/ou a cura de enfermidades por meio da utilização dos óleos essenciais.

A palavra “aromaterapia” foi criada por René-Maurice Gattefossé, um engenheiro químico formado pela Universidade de Lyon e um dos primeiros estudiosos das propriedades terapêuticas dos óleos essenciais. Ela apareceu pela primeira vez na edição de dezembro de 1935 na revista “L’Parfumarie Moderne”, a qual também nomeou uma coluna de artigos escritos por Gattefossé ao longo de 1936. Em seguida, o termo “aromaterapia” foi também bastante utilizado por Marguerite Maury (1961), uma enfermeira, e por Jean Valnet (1976), um médico, que contribuíram imensamente para o avanço (e popularidade) da aromaterapia clínica, demonstrando a sua eficácia no tratamento de várias moléstias. De lá para cá, a aromaterapia se encorpou e ganhou respaldo técnico-científico. Atualmente, ela é bastante popular na Europa, em especial na França e Inglaterra, e vem ganhando cada vez mais adeptos em todas as partes do mundo.